Fonte: Google Imagens
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Denúncia Notícia

Menina foi vítima de abuso dentro da escola

O texto a seguir foi feito pela mãe de uma adolescente que foi abusada dentro de uma escola. O objetivo do Universo Youtuber é ajudar a divulgar o caso. Leiam, assistam o vídeo e também ajudem compartilhando.

No ultimo dia 11 de novembro de 2014 pela manhã minha filha sofreu um abuso e foi agredida na escola em que estudava Escola Municipal Professor Luiz Mendes no Bairro do Cristo na Cidade de João Pessoa no estado da Paraíba. Com medo das ameaças de morte recebida pelo vigia da escola que foi quem abusou dela e das alunas envolvidas que a espancaram, ela silenciou, não comunicou nada na escola. A mesma sofreu fortes machucado nas regiões intimas, o que provocou muita dor e uma hemorragia interna, com medo, ela silenciou e pediu ao irmão que a levasse para casa e a tirasse de lá da escola.

Chegando em casa, muito assustada e com medo das ameaças recebidas, ela anunciou que tinha sido uma queda, porém diante dos ferimentos na região intima dela, logo perceberam que não havia sido apenas uma queda, foi acionado o SAMU para prestar os primeiros socorros, o que levou em média 3 horas para chegar em nossa residencia e socorrer minha filha que tinha apenas 11 anos de idade.

Ao chegar em casa, tinha as partes intimas bastante machucada e logo começou uma grande hemorragia, tendo também no local um corte.

No dia seguinte 12/11 me apresentei a escola na companhia de uma pessoa para que servisse de testemunha. Fui comunicar o acontecido e para minha surpresa a vice diretora junto com um professor de ciências afirmavam com convicção de que era mentira minha ou o caso teria acontecido fora da escola (depois que todos os alunos entram para assistir aula os portões ficam fechados sob o cuidado de um vigia, voltando ser aberto apenas no horário em que os alunos são liberados para irem para casa). Sendo assim para que tivesse sido dessa forma alguém teria aberto o portão para que minha filha fosse retirada da escola, e depois a colocassem de volta lá, concordam?

A mesma me recebeu muito mal, não queria nem ao menos cooperar, que nos prestou ajuda foi a psicologa da escola. Sai da escola escoltada pela policia e levada a delegacia para fazer o BO. As viaturas da policia que me prestaram ajuda foi acionada por uma pessoa conhecida minha, e a diretora da escola acionou um coronel amigo dela que também andou duas viaturas da policia para me auxiliar, até ai acreditei que seria mesmo para me ajudar.

Na delegacia, foi me negado o BO, a escrivã disse que só o feria se eu dissesse os nomes dos acusados. OI?… NÃO ENTENDI.

Minha filha foi vitima de um abuso, sofreu ameaça, estava no hospital, traumatizada, havia se submetido a uma cirurgia, e eu ainda nem a tinha tido a chance de vê minha filha, apenas correndo atrás de ajuda. Como eu ia saber o nome do acusado? então lembrei de perguntar: se eu for assaltada, antes de tudo devo perguntar o nome do assaltante para depois me dirigir a delegacia para fazer o BO? soa bem estranho não é mesmo?
Ao chegar no hospital mais uma decepção, nada tinha sido acionado, nem mesmo o conselho tutelar. Depois de muito movimento foi acionado o conselho tutelar, se bem que não fez muita diferença, afinal é um órgão que existe apenas para tirar os filhos das mãe quando elas resolvem que deve corrigi-los.

Bem, o mais absurdo de tudo e inacreditável, é que confiei que a justiça seria feita e se de alguma forma consegui alguma ajuda foi graças aos companheiros e amigos, vizinhos e familiares.

E COMEÇA TODO NOSSO DRAMA E DECEPÇÃO

Ainda no hospital foi solicitado cópia do prontuario de minha filha para juntar para formular nosso primeiro processo, e o que acontece: com apenas 3 dias de cirurgiada o diretor do hospital manda ela para casa, obrigando ela levantar-se, sem que ela tivesse um pingo de condições para tal, pós cirurgiada, ainda receitou para ela nimesulida, enquanto no hospital ela estava tomando fortes medicamentos. Em casa, com poucos dias inciou uma infecção hospitalar, e o pior sempre por vir… o hospital não deu direito a consulta de retorno isso tudo aconteceu na Maternidade Candida Vargas na pessoa do Diretor. Para que ela fosse vista por um médico foi preciso recorrer a amigos que conseguiram ajuda de um médico que não sabia do caso e aceitou consulta-la.

E ai veio o choque, o desespero e a certeza de tudo que eu já desconfiava, o médico afirmou que havia sido mesmo um abuso e questionou quem havia dado alta para minha filha sabendo que ela deveria ter ficado sob cuidados médicos pelo menos 15 dias, quase morri…

E O CASO SEGUE DAI PARA PIOR, SEMPRE PIOR…

A psicologa da escola foi visitar minha filha na escola, e num descuido nosso tentou intimidar minha filha a permanecer em silencio, dizendo que eu (mãe em busca de justiça) estava errada toda as decisões que eu estava tomando.

UM ANO DEPOIS…Fomos acionadas pelo Ministerio Publico da educação, órgão competente para punir a escola que omitiu o acontecido, e pelo caso ter acontecido dentro da escola em uma de suas salas de aula, pelo vigia e duas alunas.

Resultado das audiências: nenhum

Nunca as diretoras da época do acontecido foram acionadas para responder pelo acontecido, tudo que constava e era apresentado pela atual diretora é uma declaração onde diz que nada aconteceu, porém a psicologa fez uma reunião no dia seguinte com os pais dos alunos e nessa reunião caluniou e difamou minha filha onde ela citou: ( o acontecido com minha filha foi ato libidinoso). Oi? como assim? Morri mil vezes sem querer acreditar nessa acusação, porém silenciei, porque com certeza espero que ela responda um bom processo.

Diante de tudo isso, da parte da promotoria fui informada que o CREAS órgão que trata de vitimas de abuso teria sido acionado para nos ajudar e nunca responderam a promotoria, o conselheiro encarregado por também enviar um oficio acionando o CREAS, nunca o fez.

PARA MINHA SURPRESA…

Recebi alguns oficios quando mencionei o estado de minha filha, mais nenhum me encaminhava para o CREAS, e nenhum aceitava tratar dela porque não era oficio deles e sim do CREAS. Contactando o CREAS nessa semana descobri que nunca nem a promotoria e nem muito menos o conselho tutelar acionou o CREAS para nos dá assistência alguma.

PARABÉNS a todos, cada mentira, que um dia viria a tona.

TODOS queria que minha filha contasse o acontecido, falasse dos acusados e quando ela o fez foi abandonada. Ao passar ter crises de panico, depois de 1 ano sem dormirmos, ela carregando a dor em silencio, o trauma da violência não conseguia dormir, passou ater crises de panico, tentou suicídio algumas vezes com medo pelo desespero de ter falado e das ameaças recebidas. Passamos exatamente 1 ano sem dormir, e não reclamo de cada noite passada ao seu lado, guardando-a, segurando em suas mãozinhas.

HOJE INJUSTIÇADA…

Sim, exatamente assim como me sinto, nada foi feito, nunca a escola nos prestou nenhum tipo de solidariedade, muito menos a prefeitura. Me envergonho dessa escola, tenho nojo de todos que nos viraram as costas, inclusive as autoridades que se mantem em silencio, que nada fazem e nem punem os culpados.

AGORA…

Decidi não mais silenciar, não vou expor minha filha, mais vou expor o acontecido em busca de ajuda, ela necessita de assistência médica, de uma cirurgia, e o mais importantes, quem fez isso precisa pagar pelo que fez. Me ajudem, compartilhem para que chegue nas mídias, para que eu possa fazer a denuncia em rede nacional. Esateria liberando no meu canal do Youtube/mimilucenajp um vídeo contando nossa historia. Por favor nos ajude, espalhem pelas redes sociais, só peço isso. Meu contato para mais informações 83 99667338 esse número é apenas para contatos referente esse assunto, por favor nada de brincadeiras.

Grata, pela sua visita.

Leia no blog da Noemi clicando aqui.

 

 

 

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